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29/06/2019

Pnad Contínua 2018 Educação avança no país, mas desigualdades raciais e por região persistem

Dados do suplemento de educação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada dia 19, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, revelam um retrato da escolarização no Brasil.


Dados do suplemento de educação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada dia 19, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, revelam um retrato da escolarização no Brasil.

O acesso à educação básica obrigatória pela Constituição no país, cresceu de 45,0% para 47,4% da população de 25 anos ou mais, no período de 2 anos (2016 a 2018). No entanto variava de 53,6% no Sudeste a 38,9% no Nordeste. E era maior entre os brancos (55,8%) do que pretos ou pardos (40,3%), bem como entre as mulheres (49,5%) do que os homens (45,0%).

A taxa de escolarização de crianças de 0 a 3 anos cresceu de 30,4% para 34,2%, o que equivale a 3,5 milhões de crianças. No grupo de 4 a 5 anos, faixa correspondente à pré-escola, essa taxa foi de 92,4% dos estudantes, totalizando quase 5 milhões de crianças na escola. A região Norte, com 86,4%, mostrava um resultado menor, mas o Nordeste por outro lado, apresentava melhor taxa do que a média nacional. O ensino fundamental (6 a 14 anos) e o ensino médio (15 a 17 anos) também avançaram, com taxas de 99,3% e 88,2%. A escolarização registrou estabilidade no nível superior, com taxa de 32,7%, em 2018. Já a média de anos do estudo aumentou de 8,6 para 9,3 anos nesse período com 10,3 anos de estudo para as pessoas de cor branca e 8,4 anos para as de cor preta ou parda.