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04/08/2019

Brasil é o quarto país que mais confia no conteúdo de jornais e revistas

Brasil é o quarto país que mais confia no conteúdo de jornais e revistas

 

O Brasil é o quarto país do mundo que mais confia em jornais e revistas. São 65% dos leitores, contra 8% que não confiam e 23% que confiam relativamente. Acima dele, na pesquisa global “Confiança na Mídia”, conduzida pela Ipsos – empresa de pesquisa de mercado independente, estão Índia, Arábia Saudita e África do Sul. A Sérvia é o país que menos confia com 11%. A média global é de 47%.


Brasil é o quarto país que mais confia no conteúdo de jornais e revistas

 

O Brasil é o quarto país do mundo que mais confia em jornais e revistas. São 65% dos leitores, contra 8% que não confiam e 23% que confiam relativamente. Acima dele, na pesquisa global “Confiança na Mídia”, conduzida pela Ipsos – empresa de pesquisa de mercado independente, estão Índia, Arábia Saudita e África do Sul. A Sérvia é o país que menos confia com 11%. A média global é de 47%.

O levantamento ainda registra que outros meios de comunicação possuem boa aceitação entre a população brasileira: 65% afirmam que confiam na televisão e no rádio e 58% em sites de notícias e plataformas online.

Ao perguntar sobre notícias falsas, a pesquisa identificou que jornais e revistas continuam com maior credibilidade, mas 59% dos entrevistados disseram acreditar que há conteúdo falso na mídia impressa. Em relação às mídias sociais, o percentual sobe para 68%, acima da média global (62%).

Quanto as intenções no desempenho de suas funções, jornais e revistas, mais uma vez, apresentaram resultados satisfatórios: 63% dos entrevistados brasileiros acham que esses veículos agem com boas intenções. No mundo, metade dos participantes pensa assim.                                                                                                                                                                                                                                                                             

A pesquisa online foi realizada com 19,5 mil entrevistados em 27 países, incluindo o Brasil, entre 25 de janeiro e 8 de fevereiro de 2019.