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05/08/2019

Aumento de 21% de novos casos de HIV no Brasil, de 2010 a 2018, aponta estudo do UNAIDS ─ ONU

Documento divulgado, em 16 de julho, pelo Unaids (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids)─ONU, cerca de 1,7 milhão de pessoas em todo o mundo foram infectadas pelo vírus em 2018, o que significa uma redução de 16% em relação a 2010, revelando que a queda foi impulsionada, principalmente por progressos no sul e no leste da África.


Aumento de 21% de novos casos de HIV no Brasil, de 2010 a 2018, aponta estudo do UNAIDS ONU

 

Documento divulgado, em 16 de julho, pelo Unaids (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids)─ONU, cerca de 1,7 milhão de pessoas em todo o mundo foram infectadas pelo vírus em 2018, o que significa uma redução de 16% em relação a 2010, revelando que a queda foi impulsionada, principalmente por progressos no sul e no leste da África.

A luta contra o HIV na América Latina sofreu um revés, pois, segundo o citado relatório do Unaids, a taxa de contágio na região cresceu 7% entre 2010 e 2018. Esse estudo aponta uma desaceleração preocupante de diminuição de casos em nível global, como destacado pela ONU, uma vez que os dados revelam que cerca de 100.000 pessoas contraem o vírus a cada ano no continente americano, onde o Brasil responde por mais da metade dos casos. A América Latina entre 2005 e 2013 tinha registrado uma redução de 3% nos novos casos. O Brasil, país mais populoso do continente, registrou 21% de aumento. Não é, porém, o que mais piorou. Entre 2010 e 2018 o índice de novos contágios a cada ano cresceu 34% no Chile, 22% na Bolívia e 21% na Costa Rica. Em índices inferiores a 10% também houve aumento de infecções em Honduras, Uruguai, Guatemala e Argentina. A taxa de infecção se manteve estável no México.

Outros países apresentaram bons resultados, como El Salvador que, em oito anos, reduziu quase pela metade os novos casos. Também mostraram avanços significativos, com reduções de 22%, 12% e 11%, respectivamente, Colômbia, Equador e Paraguai.

A ONU alertou, segundo divulgado pela mídia, que desde 2010 embora esteja havendo progresso global na diminuição dos casos de HIV progride-se menos a cada ano. E essa desaceleração põe em risco os objetivos determinados para 2020, que propõem que a maioria dos portadores de HIV conheça a própria situação; que a maior parte dos diagnosticados recebam terapia antirretroviral continuamente; e que destes, a maioria consiga eliminar o vírus do organismo.

 

Documento divulgado, em 16 de julho, pelo Unaids (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids)─ONU, cerca de 1,7 milhão de pessoas em todo o mundo foram infectadas pelo vírus em 2018, o que significa uma redução de 16% em relação a 2010, revelando que a queda foi impulsionada, principalmente por progressos no sul e no leste da África.

A luta contra o HIV na América Latina sofreu um revés, pois, segundo o citado relatório do Unaids, a taxa de contágio na região cresceu 7% entre 2010 e 2018. Esse estudo aponta uma desaceleração preocupante de diminuição de casos em nível global, como destacado pela ONU, uma vez que os dados revelam que cerca de 100.000 pessoas contraem o vírus a cada ano no continente americano, onde o Brasil responde por mais da metade dos casos. A América Latina entre 2005 e 2013 tinha registrado uma redução de 3% nos novos casos. O Brasil, país mais populoso do continente, registrou 21% de aumento. Não é, porém, o que mais piorou. Entre 2010 e 2018 o índice de novos contágios a cada ano cresceu 34% no Chile, 22% na Bolívia e 21% na Costa Rica. Em índices inferiores a 10% também houve aumento de infecções em Honduras, Uruguai, Guatemala e Argentina. A taxa de infecção se manteve estável no México.

Outros países apresentaram bons resultados, como El Salvador que, em oito anos, reduziu quase pela metade os novos casos. Também mostraram avanços significativos, com reduções de 22%, 12% e 11%, respectivamente, Colômbia, Equador e Paraguai.

A ONU alertou, segundo divulgado pela mídia, que desde 2010 embora esteja havendo progresso global na diminuição dos casos de HIV progride-se menos a cada ano. E essa desaceleração põe em risco os objetivos determinados para 2020, que propõem que a maioria dos portadores de HIV conheça a própria situação; que a maior parte dos diagnosticados recebam terapia antirretroviral continuamente; e que destes, a maioria consiga eliminar o vírus do organismo.